O Eros de Platão é belo, mas incompleto. Agostinho mostrou que o amor que Diotima descreve só encontra repouso em Deus.
Uma formação em filosofia e tradição para quem quer ter o argumento na ponta da língua e não engolir calado o que a esquerda intelectual vende como verdade.
Preço de Fundador: R$ 147/ano (de R$ 197) · vagas limitadas até 31/10 · ou Mensal R$ 19,90/mês · cancele quando quiser
Cada estação é uma pergunta, respondida com as melhores obras lado a lado: a leitura sintópica de Mortimer Adler. Contra Rousseau, Marx e Gramsci, você pensa com Aristóteles, Agostinho, Tomás de Aquino, Burke, Chesterton e C. S. Lewis.
Cada elemento da Trilha aplica um achado documentado da ciência da aprendizagem. No ensino de Filosofia, Política e Economia, quase ninguém faz isso.
Você puxa a ideia da memória em vez de só reler. Em experimentos controlados, quem se testava lembrava mais do texto uma semana depois do que quem apenas o relia.
Roediger & Karpicke, Psychological Science, 2006
Uma meta-análise de 317 experimentos mostra que sessões espaçadas no tempo retêm mais do que o mesmo estudo concentrado de uma só vez.
Cepeda, Pashler, Vul, Wixted & Rohrer, Psychological Bulletin, 2006
A ideia entra por dois canais, o verbal e o visual. Aprende-se com mais profundidade com palavra e imagem do que só com palavra.
Paivio, Imagery and Verbal Processes, 1971; Mayer, Multimedia Learning, 2001
Em experimentos de memória, frases com humor foram lembradas com mais frequência do que frases sem humor. O riso prende a atenção e marca o que fica.
Schmidt, Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition, 1994
Base: os 4 pilares da aprendizagem descritos pelo neurocientista Stanislas Dehaene (Collège de France) em É Assim que Aprendemos (Contexto, 2022): atenção, engajamento ativo, retorno do erro e consolidação. Conheça o Método Guardião →
Livros clássicos da filosofia ocidental — de Sócrates a C.S. Lewis — reescritos com o nome, a idade e o mundo do seu filho.
Sem curadoria, um clássico pode confundir. Aqui, Platão, Aristóteles e os antigos são apresentados à luz de Agostinho, Tomás de Aquino, Pascal, C.S. Lewis, Voegelin e outros grandes intérpretes da tradição cristã — para que o conhecimento aproxime, e não afaste, seu filho de Deus.
Cada livro que você criar acende uma lanterna nesta linha do tempo.
Nome, idade, hobbies, amigos. O que faz dele quem ele é.
De Sócrates a Tomás de Aquino. Diálogos, tratados, confissões.
Oito capítulos com curadoria cristã, prontos para ler e explorar.
Cada obra é apresentada pela ótica de grandes intérpretes da tradição cristã — Agostinho, Tomás de Aquino, Pascal, Lewis, Voegelin e outros. A tecnologia serve à curadoria, não o contrário.
O Eros de Platão é belo, mas incompleto. Agostinho mostrou que o amor que Diotima descreve só encontra repouso em Deus.
Aristóteles definiu a felicidade como atividade da alma segundo a virtude. Tomás completou: a felicidade plena é a visão de Deus.
A disciplina estoica é nobre, mas solitária. A verdadeira paz não vem só do controle interior — vem da confiança na Providência.
Agostinho não escreveu uma autobiografia — escreveu uma oração. As Confissões são o primeiro grande diálogo da alma com Deus na história da filosofia.
A alegoria da caverna não é apenas metáfora — é o drama real da alma que busca a ordem divina contra a desordem do mundo.
O imperador que escrevia para si mesmo se aproximava, sem saber, do exame de consciência que Inácio de Loyola sistematizaria séculos depois.
100 obras do cânone ocidental — com novas adições a cada mês. Cada uma lida, interpretada e apresentada pela tradição que as levou a sério.
Sócrates, Platão e Aristóteles criaram as bases de quase tudo que chamamos hoje de filosofia ocidental.
Quando o mundo ficou grande demais, surgiram escolas que ensinavam a viver: estoicos, epicuristas, céticos.
A fé encontrou a razão. Agostinho e Tomás de Aquino reescreveram a filosofia sob a luz de uma nova revelação.
Descartes duvida de tudo. Kant funda os limites da razão. Nasce o sujeito moderno e a sua solidão.
A fé e a razão se reencontram em novas formas. Lewis devolve à apologética a clareza da prosa; novos pensadores enfrentam o mundo pós-moderno.
“O homem que ensinou que saber-se ignorante já é o começo da sabedoria”
“O filósofo que nos ensinou a olhar além das sombras”
“Aquele que organizou o mundo em categorias e nos deu a ética da boa vida”
“O escravo que ensinou imperadores que a liberdade vive por dentro”
“O imperador que escreveu para si mesmo o manual da serenidade”
“O homem que fez da própria alma o primeiro lugar da filosofia”
"O começo da sabedoria é a admiração."